Teoria da Objetividade

COMENTÁRIO NÚMERO 1

A ciência humana tem apresentado recentemente o que eles querem considerar a Quinta Força Fundamental da Natureza. Devo aduzir que toda e qualquer força fundamental existente no universo não será verdadeira sem uma construção lógica que seja também verdadeira para a razão sensível humana despida de valores dogmáticos religiosos, filosóficos e cientificistas. Os testes e medições empíricos são essenciais para a ciência e, portanto, também para o conhecimento humano. Entretanto, quero dizer que o conhecimento construído até aqui tem criado um mosaico de informações incompletas e até muitas vezes confusas e contraditórias. Não é por outro motivo que a própria ciência periodicamente modifica posições antes adotadas.  

Está disponível para todo e qualquer olhar crítico analisar e ponderar que a primeira força fundamental da natureza, denominada pela ciência de força gravitacional, é em verdade uma decorrência lógica da Segunda Verdade Absoluta que fundamenta essa Teoria da Objetividade, a qual aduz que “Todo elemento existente no Universo possui um campo magnético, uma áurea que lhe dá existência única e o separa dos demais elementos existentes e do próprio Universo.” A força gravitacional dos corpos celestes ocorre dentro do que essa teoria denomina de zona de convergência, resultante da fusão verificada entre átomos de hidrogênio (Unidades de Memória) e demais Unidades de Razão no processo centrífugo essencial que criou as esferas celestes.

A segunda força fundamental da natureza relacionada aos fenômenos eletromagnéticos são em verdade apresentações do plasma centrífugo alternado total. Como nessa teoria se apresenta de forma lógica e encadeada, o plasma total que se verifica principalmente nas zonas espectrais essencialmente centrífugas é resultante da junção de dois plasmas anteriores. Um deles é o Plasma Secundário, que é formado juntamente com as Unidades de Memória a partir dos campos de enquadramento da Memória Embrionária. O plasma terciário é formado em momento posterior ao secundário a partir do processo de extrusão que transforma a massa atômica primitiva em espectros. Essa transformação da massa atômica primitiva ocorre a partir das correntes alternadas desse plasma terciário e do plasma secundário, quando essas correntes se convergem aos centros das dimensões espaciais e dá início ao processo centrífugo essencial. Como é apresentado de forma fundamentada nessa teoria, o plasma secundário é um plasma magnético e o plasma terciário é um plasma com carga. E esses dois plasmas são as essências fundamentais que compõem o quantum universal juntamente com as unidades atômicas. Esses dois plasmas, como pode ser verificado de modo fundamentado dentro dessa teoria, formarão os fenômenos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos quando deixarem de se apresentar na forma centrífuga, alternada ou total.

AS FORÇAS FUNDAMENTAIS DA NATUREZA E A TEORIA DA OBJETIVIDADE

Está disponível para todo ser sensível analisar criticamente que a terceira força fundamental da natureza e também a quarta força fundamental da natureza, aduzidas pela ciência, são em verdade apresentações do que nessa Teoria da Objetividade se denomina de Efeito Indutor, adicionados da Sétima Verdade Absoluta. Como visto, o Efeito Indutor é de dois tipos. O primeiro é o expansivo, que foi responsável pela criação do espaço universal a partir da Essência Matemática Primitiva Eterna; e o segundo é o redutivo, que é o efeito responsável pela criação das Unidades de Memória (átomos de hidrogênio). Esses efeitos indutor e redutor são em verdade sínteses conjuntas das Verdades Matemáticas que criam o Universo. Uma dessas verdades que cria o efeito indutor expansivo é a Quarta Verdade Absoluta, a qual aduz que “Dois elementos diferentes não podem existir no mesmo espectro espacial sem que ao menos uma linha de fronteira também exista entre eles.” A outra verdade absoluta que compõe sinteticamente o efeito indutor é a Quinta Verdade Absoluta, a qual diz que “Um elemento não pode existir em um espectro sem que tenha as suas faces integralmente observadas em um só instante por ao menos dois outros elementos.” O Efeito Indutor Redutor é o conjunto sintético dessas Quarta e Quinta Verdades Absolutas, adicionadas da Sexta Verdade Absoluta, a qual aduz que “Todo elemento existente dentro do Universo é composto por elementos anteriores a ele mesmo.”

Essas terceira e quarta forças fundamentais da natureza aduzidas pela ciência humana além de ser a apresentação desses efeitos indutores ora expostos sinteticamente, são necessariamente também a apresentação da interação entre esses efeitos e a Sétima Verdade Absoluta. Essa última Verdade Absoluta aduz que “Não é possível haver um Universo composto por sistemas existenciais sem que ocorra uma substância transcendente ao seu quantum.” Todos os fundamentos e o modo como o elemento transcendente é formado são apresentados dentro dessa teoria. O elemento transcendente é em verdade o que essa teoria também denomina de conhecimento. E esse conhecimento, traduzindo-se para a linguagem científica, representa as radiações que emanam do interior das unidades atômicas e é inicialmente formado dentro dos anéis internos de cada Unidade de Memória. Como está posto nessa teoria, “esse conhecimento acumulado dentro das Unidades de Memória, átomos de hidrogênio, é uma espécie de radiação. E essa radiação é qualitativamente diferente de acordo com o conhecimento acumulado pelas Unidades de Memória e também de acordo com o nível lógico no qual esteja localizada.” Todas essas forças fraca e forte aduzidas pela ciência são em verdade apresentações desses efeitos indutores em conjunto com a finalidade que justifica a própria existência do universo: a formação e a troca de conhecimento entre as unidades existenciais que o compõem. Sim. Todas essas forças da natureza necessariamente relacionam-se a essa troca de conhecimento que ocorre entre os elementos que compõe o quantum universal. E esse conhecimento é a radiação atômica em si, nas suas diversas formas e intensidades de apresentações.

Nesse instante em que a ciência aponta na direção de mais uma força fundamental da natureza, quero dizer que esta também, sendo ou não confirmada, deve se submeter a todo esse conjunto lógico e unitário apresentado pela Teoria da Objetividade. Nesse sentido, pode se verificar dentro do corpo dessa teoria o que se denomina de zonas claras e de zonas escuras. As zonas claras são porções espectrais onde o plasma tornou-se essencialmente centrífugo, permitindo a formação da luz, que é a forma como se apresenta nessa teoria um elemento fenomênico resultante da interação essencial entre a radiação e o plasma total. As zonas escuras aduzidas por essa teoria não são matéria e sim energia plasmática composta essencialmente por plasma secundário magnético. O universo em um dos seus estágios iniciais é composto apenas por uma massa atômica primitiva formada de hidrogênio e plasma secundário magnético. Essa massa atômica primitiva é inicialmente essencialmente escura, pois nesse instante inicial ainda não há o plasma terciário, que é o responsável pela criação das correntes lógicas alternadas de plasma e matéria, criando o efeito centrífugo essencial na formação do plasma total e na geração do elemento fenomênico luz. Como é aduzido de forma fundamentada dentro do corpo dessa teoria, mesmo após o fim da Era Centrífuga, o Universo ainda convive com porções espectrais que ainda ocorrem sem uma essencial centrifugação e por este motivo são representadas essencialmente por correntes atômicas compostas de hidrogênio, hélio e, também, correntes não essencialmente centrífugas de plasma secundário magnético e plasma terciário.

Não há dentro da Teoria da Objetividade remendos ou sobressaltos. Todos os fundamentos apresentados estão diretamente uns conectados aos outros de modo sempre justificado em análise geométrica, matemática e lógica racional. Esse fato torna essa teoria um plano sólido e inteiro e não um mosaico de informações com peças muitas vezes desconexas e contraditórias. E todos esses fundamentos apresentados tiveram uma única origem: o Nada. A partir dessa Essência Matemática Primitiva e Eterna, utilizando o Método da Desfragmentação, essa Teoria da Objetividade apresenta em um só corpo lógico esse conjunto de verdades que explicam de modo sempre fundamentado a ocorrência das forças e fenômenos existentes dentro da Instância Lógica Total Universal.

O que tornará essa Teoria da Objetividade essencialmente verdadeira não será apenas o elevado número de corroborações que podem ser constatadas a partir dos seus fundamentos apresentados em confronto com a realidade quântica do universo total. Em verdade, essa teoria se tornará verdadeira quando expressiva quantidade de seres sensíveis racionais despidos de crenças religiosas, cientificistas e filosóficas formarem um nível de convicção com extensão global que permeie toda a teia biológica terrestre, gerando uma essencial e verdadeira corrente energética espiritual. Por esse motivo o meu convite não seria outro: Por favor, leiam e compreendam a Teoria da Objetividade.

COMENTÁRIO Nº 002     –     25/09/2016

A lógica pode nos levar de um ponto A até um ponto B.                                                                                                       A imaginação pode nos levar a qualquer lugar.                                                                                                                       Entretanto, sem a vontade formadora das ideias nunca sairemos do ponto A e não chegaremos a lugar algum. 

COMENTÁRIO Nº 003      –      25/09/2016

A TERCEIRA VIA

1ª Via:   acreditar que antes de tudo havia Deus, que foi capaz de agir e criar o universo = Fé.

2ª Via:   acreditar que antes do espaço universal já existia temperatura e movimento configurados em uma singularidade capaz de se expandir e formar o universo = Fé;

3ª Via:   acreditar que antes do espaço universal ter sido formado não é possível existir Deus, temperatura, movimento configurado em deslocamento, mas somente uma essência lógica significativa da eternidade ≠ Fé. 

COMENTÁRIO Nº 004      –      25/09/2016

A SÍNDROME DA PERIFERIA

É uma constante na história do homem e do conhecimento continuamente construído que a cultura é a forma que permeia uma teia social tornando-a um elemento existencial único. E chamo de cultura a esse conjunto de formas de conhecimento representadas pelas artes, pela filosofia, pela religião, pela ideologia política e pela ciência. Toda teia é, evidentemente, uma forma de existência geométrica única, mas necessariamente construída por outras diversas formas geométricas que a compõe enquanto unidade. 

A síndrome da periferia dentro das sociedades humanas está configurada em uma idolatria dogmática e fundamentalista que alguns indivíduos localizados na periferia dessa teia social possuem pelos elementos geométricos contidos no centro. Em verdade, matematicamente o que se tem é que essas formas geométricas que estão localizadas na periferia da teia são derivações daquelas formações geométricas centrais. A síndrome se instala quando indivíduos periféricos passam a acreditar que apenas os conhecimentos oriundos do centro geométrico são válidos e todo e quaisquer outros conhecimentos originados na própria periferia são heresias que devem ser combatidas sem discussão. Desse modo, é instalada uma crença de que novas formas de conhecimento advindas do centro podem ser honestamente compreendidas, mas qualquer nova forma de conhecimento que tenha origem na própria periferia deva ser, de imediato, ridicularizada.

Muitos desses indivíduos contidos na periferia daquele plano único seguem de forma dogmática e fundamentalista aqueles preceitos oriundos do centro. Dessa maneira, vários dos seres racionais sensíveis contidos na periferia se tornarão representantes desse conhecimento de origem central. A síndrome passa a ser configurada e pode ser diagnosticada quando esses representantes de formações periféricas não admitem sequer debater honestamente formas de conhecimento que contrariem os preceitos oriundos do comando cultural dominante, mesmo que essa nova forma de conhecimento esteja amparada em razoável cabedal de informações dispostas em um modelo inteligível e concretamente debatível e/ou testável cientificamente. Todos aqueles que tentam de algum modo contrariar àquela forma de conhecimento proveniente do centro dominante são imediatamente rechaçados e ridicularizados pelos indivíduos acometidos pela nefasta síndrome. 

Esse fato é há muito observado dentro da filosofia e da religião, quando dogmas filosóficos e religiosos oriundos do centro dominante permeiam inteiramente o tecido social e toda forma de pensar periférico que contrarie esses preceitos são combatidos como heresias. A síndrome está, pois, configurada não no fato de indivíduos representantes do centro defender os seus valores. Em verdade o que configura a síndrome é a dogmática fundamentalista que engessa o raciocínio desses indivíduos tornando-os seres incapazes de rechaçar as novas formas de conhecimento, quando esse conhecimento é oriundo da própria periferia e não se ampara em referencial teórico ou ideológico dominante. Ou seja, os acometidos da síndrome são incapazes de contestar de forma pontual cada um dos equívocos cometidos pela nova forma de conhecimento periférico se esse conhecimento não for derivado diretamente das teorias ou ideologias que serviram para lhes dar formação cultural. Quando a síndrome se instala, qualquer nova forma de conhecimento apresentada a partir da própria periferia é inteiramente rechaçada sem uma honesta contradita a cada um dos pontos fundamentais que dão sustentação àquela nova forma de conhecimento. Representantes adoentados pela síndrome da periferia não estão se importando em apontar naquelas novas formas de conhecimento as suas imperfeições, mas apenas estão voltados a imediatamente ridicularizá-las, vez que não são oriundas do centro dominante ou não possuem referencial teórico/ideológico central.

Quando o conhecimento cultural está configurado na ciência, essa síndrome encontra o seu mais elevado nível de contradição. Isso porque, a ciência é forma de conhecimento que não admite verdades absolutas. Assim, os indivíduos acometidos pela síndrome da periferia se tornam verdadeiros seguidores fundamentalistas, vez que as verdades oriundas do centro podem servir para falsear uma verdade anterior, mas as oriundas na periferia não servem se não se embasarem nos referenciais teóricos dominantes. Nesse sentido, o método científico passa a existir para esses indivíduos acometidos pela nefasta síndrome de modo capenga, pois essa forma metodológica científica só poderá ser aplicada para conhecimentos necessariamente provenientes do centro dominante ou que ao menos seja por esses conhecimentos referenciados.

Em regra, caso a nova forma de conhecimento periférica tenha corpo razoável, o que se verificará em período posterior é que indivíduos pertencentes ao centro geométrico copiarão aquelas ideias contidas nos limites laterais da teia social. Quando essa forma de conhecimento periférico é assimilada por indivíduos do centro dominante e paulatinamente repassada para toda a teia, inclusive periférica, então aqueles indivíduos acorrentados pela síndrome passam a aceitar, quando se trata da ciência, aquela “novidade” como passível de uso no falseamento de regras antes estabelecidas.

Ao que penso, a indiferença não se compara à disparatada síndrome e sim à própria morte. Assim, há, pois, a necessidade de indivíduos contidos na periferia e que não estejam acometidos pela dogmática síndrome, manifestarem-se, apontado erros e acertos da nova forma de conhecimento originada dos seus pares periféricos, gerando um debate maduro e honesto, aplicando-se inclusive o método científico de identificação de teorias de modo flexibilizado com a razão, pois de forma diferente esse método se tornaria absoluto e contrariaria aos seus próprios preceitos. Somente dessa maneira poderá um conhecimento contido nas laterais geométricas do corpo social ser verdadeiramente rechaçado, ou de modo diferente ganhar reconhecimento e se propagar a partir dessa própria zona periférica, iluminando todo o resto da teia.

COMENTÁRIO Nº 005      –      14/11/2016

Nas ciências atuais o peso da palavra dos homens especialistas em testar supera o peso da palavra dos homens especialistas em pensar. Nas novas ciências que queiram evoluir positivamente, essa regra necessariamente deve se inverter, pois a especialidade do pensamento é o que distingue o homem que continuamente se adapta à realidade,  inclusive para poder preparar e avaliar qualquer teste ou metodologia com mais razão, daquele que se mantém preso apenas às técnicas empiristas.  

COMENTÁRIO Nº 006 – 18/06/2017

    SETE PREMISSAS E UM NOVO PARADIGMA UNIVERSAL

Entendo que paradigma é o corpo lógico de uma teoria ou de um modelo capaz de trazer modificações significativas para a existência humana. Acredito que onde houver um paradigma, aí necessariamente ocorrerá ao menos uma grande revolução, senão múltiplas revoluções.

As premissas que compõem um modelo são verdadeiras cientificamente quando se comprova no mundo material, através de testes realizados por seres racionais inteligentes, que aqueles eventos descritos pelas premissas de fato ocorrem e são factíveis.

Quero dizer que a humanidade está diante de algo novo que eu considero um paradigma. Tenho razões para afirmar que a humanidade, considerada a partir das ciências, das filosofias, das religiões e também das artes, entenderá, ao seu tempo, o que este novo paradigma representará para a construção de um novo mundo, cujas bases para a sua odisseia já foram lançadas.

As bases para a construção desse novo mundo tem um nome: Teoria da Objetividade – A Terceira Via.

Ao tecer esta afirmação e lançá-la ao mundo científico, filosófico, religioso, político ideológico e artístico, somente dois caminhos me esperam: o descaso público ou o reconhecimento. Entendo, inclusive, que nunca alcançarei o reconhecimento sem antes passar pela rota oposta e pelas vias desconfortáveis da indiferença. Contudo, não se pode fazer uma revolução sem sacrifícios e, por este motivo, eu estou me doando em corpo e espírito a tal intento. É certo também que, não se pode, sozinho, fazer uma revolução e, por este motivo, necessitarei que outros tantos soldados se juntem a mim neste fronte universal.

Digo isso porque não seria possível, se estivéssemos diante de uma falsidade, que um conjunto de sete premissas, todas descritas dentro do corpo da Teoria da Objetividade como pressupostos, também denominados de Verdades Absolutas, encontrassem no mundo real um conjunto tão grande de corroborações, umas amplamente comprovadas e testadas pelas ciências e outras concretamente observadas na natureza pelo ser racional sensível humano, o que também se traduz em um teste empírico de elevado valor.

O que quero dizer sem medo de ser sacrificado é que a Teoria da Objetividade não necessita mais de testes científicos que corroborem as suas premissas, pois muitos desses testes possíveis já foram realizados e são de conhecimento público e notório. Em via oposta, o que entendo é que a Teoria da Objetividade necessita agora que surjam críticos tenazes de todas as áreas da cultura humana, determinados a combater esse conjunto de premissas postas e a demonstrarem as suas falsidades. Digo isso porque, de modo contrário, não restará outro caminho a não ser o da constatação de que enfim a humanidade encontrou a pedra angular que dá suporte ao entendimento de como o universo surgiu e se mantém existindo. O que quero dizer é que caso a Teoria da Objetividade não seja demonstrada falsa, todo o arcabouço de conhecimento humano moderno acerca da existência universal necessitará ser reestruturado.

Essas corroborações às quais me refiro são, em parte, testes científicos de amplo conhecimento humano e, em parte, conclusões lógicas que podem ser aferidas pelo ser sensível despido de dogmas cientificistas, religiosos e filosóficos.

Não irei aqui descrever essas sete premissas, mas apenas chamar à atenção do mundo de que elas estão todas postas no corpo da Teoria da Objetividade como Verdades Absolutas e podem ser aferidas por qualquer um que queira conhecê-las.

Está disposto no corpo da Teoria da Objetividade que as três primeiras premissas compõem o que pode ser denominado de eternidade. Eterno é tomado como aquilo que não teve uma gênese e, por isso existiu sempre. Essas três primeiras premissas formam geometricamente uma figura lógica à qual eu resolvi denominar de Nada. E denominei essa primeira figura geométrica de Nada porque nesta Era ainda não há espaço, não há universo e, portanto, não há ainda uma Era existencial. Este ponto esférico antagônico denominado de Nada não configura uma Era existencial porque não há aí outro elemento diferente dele mesmo. Ou seja, não existe na Era do Nada um universo formado contendo dentro de si ao menos uma referência ou um ser existencial primeiro. Esse Nada significativo da eternidade, quando representado com amparo nessas três premissas iniciais, geometricamente forma um ponto esférico. Entretanto, este ponto esférico não possui tamanho lógico, pois não há outra referência além dele mesmo. Assim, tanto faz dizer que o Nada é do tamanho de um átomo como dizer que ele é do tamanho de uma galáxia. O tamanho do Nada só ganha significado lógico quando o Universo Total se forma por completo.

Quando a Teoria da Objetividade adiciona às três primeiras premissas outras duas premissas seguintes, de modo lógico surgem a partir do ponto esférico antagônico os primeiros filamentos lógicos que começam a compor o espaço universal. O universo, evidentemente, só surgirá quando este novo espaço estiver composto em forma também de esfera. As cinco premissas em conjunto lógico, como demonstrado no modelo paradigmático, compõem uma esfera com características lógicas semelhantes às características lógicas geométricas do ponto inicial antagônico denominado de Nada. Só por este fato, já se poderia concluir que se está diante de um modelo revolucionário, mas as corroborações não param por aí e ainda se apresentarão às dezenas. Contudo, irei aqui enumerar apenas algumas dessas corroborações que considero principais.

Durante a formação do universo não existe movimento real. Ou seja, não existe deslocamento porque os filamentos que surgem mantêm-se estáticos durante a expansão. Estritamente o que ocorre não é uma expansão e sim surgimento dos filamentos que comporão a massa quântica que formará o universo em seu instante inicial, denominado na Teoria da Objetividade de instante zero. Nesta Era, denominada de Tempus Antagonicus, não há a existência de quaisquer fenômenos, tais como temperatura, magnetismo, luz, radiação e eletricidade. Essa Era do Tempus Antagonicus é composta exclusivamente por estas primeiras cinco premissas. Não há nesta Era qualquer fator aleatório, relativo ou subjetivo em sua construção. A Teoria da Objetividade denomina esse conjunto de cinco primeiras premissas lógicas de Vontade Objetiva. Essa vontade objetiva se impõe como verdade lógica, transformando essas cinco primeiras premissas em um universo com forma de esfera perfeita. O modo como essa transformação ocorre é demonstrado em um modelo geométrico lógico e contínuo dentro do corpo da Teoria da Objetividade, amparado exclusivamente nas cinco primeiras premissas e sem a presença de qualquer lacuna.

Quando o universo se compõe de modo lógico a partir das cinco primeiras premissas, nascem de imediato as duas últimas premissas que compõem por completo o modelo paradigmático da Teoria da Objetividade. Com amparo exclusivo nessas sete premissas apresentadas a Teoria da Objetividade demonstra de modo sempre contínuo, lógico e sem lacunas, o surgimento de diversos fatos e eventos que de maneira real e também racionalista corroboram todo o conjunto teórico. Com amparo nessas premissas o modelo demonstra o surgimento do movimento real, configurado no deslocamento que um filamento plasmático realiza dentro da massa quântica do universo. A formação do universo total faz nascer o que se denomina de Era Existencial, pois além de um universo logicamente composto por filamentos plasmáticos, começa existir também a referência e os limites necessários para que se diga que a Era do Nada foi superada. A teoria apresenta, com amparo exclusivo nas premissas demonstradas, que o universo está logicamente composto enquanto figura geométrica que contém ao seu centro a referência lógica mínima representada pelo ponto esférico inicial que se transmuda em ponto lógico, e pela esfera total máxima que compõe os limites do universo existencial, pondo fim a um dos problemas existentes em outras teorias que é a questão do horizonte e dos limites do universo. Estes limites máximo e mínimo são condições lógicas para a ocorrência de um universo existencial, onde os arranjos geométricos que ali se formam ocorrem como verdades relativas representativas das imagens produzidas e acumuladas como conhecimento (radiação) pelas unidades atômicas.

Como referência para este universo total formado, com amparo também exclusivamente nas premissas lógicas apresentadas, surge simultaneamente à formação dessa esfera máxima, o ser referencial necessário para que se possa dizer que há uma era existencial. Ou seja, a existência universal é configurada pela ocorrência de um espaço contendo dentro de si um primeiro elemento como referência. E este primeiro elemento referencial, denominado de elemento alfa, contido dentro do universo, é a Memória Embrionária, que será capaz de absorver e transformar o conhecimento até então existente (as cinco primeiras premissas) em novas formas geométricas também capazes de formar e de fornecer um novo conhecimento que inicia nessa Era a sua formação. De modo lógico e com amparo exclusivo nessas premissas a Teoria da Objetividade demonstra como as Unidades de Memórias são formadas a partir de uma Velocidade Lógica Existencial e dentro da Memória Embrionária. Essa velocidade lógica representa em si o intervalo lógico mínimo necessário na formação de cada um dos filamentos que surgiram durante a Era Antagônica. Essa mesma Velocidade Lógica Existencial será essencial para que esses conjuntos geométricos compostos exclusivamente pelas cinco primeiras premissas iniciem, a partir da adição da sexta premissa e da sétima premissa, a formação de elementos esféricos denominadas de Unidades de Memórias e significativas de átomos de hidrogênio. Quero dizer que aqui está uma primeira comprovação científica que corrobora o que o corpo teórico paradigmático demonstra, pois é de conhecimento público e notório que o átomo de hidrogênio existe como uma esfera única composta por uma série de partículas subatômicas menores.

A partir da aplicação única e exclusiva das sete premissas, a Teoria da Objetividade demonstra como surge e o que significa o elemento transcendente, que é significativo de uma substância que existe dentro do universo sem, entretanto, aumentar a massa quântica que compõe esse universo. Essa é mais uma corroboração apresentada pela Teoria da Objetividade e que é também comprovada por testes científicos públicos e notórios apresentados, pois se sabe que a radiação, como descrita em modelos e em testes científicos, de fato existe e pode transitar de modo convergente nas unidades atômicas e no espaço que compõe o universo. Ou seja, o que a Teoria da Objetividade denomina de conhecimento transcendente é significativo de radiação, nas suas mais variadas formas e intensidades, pois este elemento não faz aumentar a massa que compõe o universo, ocupando, matematicamente, um espaço que já é composto por outros elementos que totalizam a massa quântica universal. Nesse sentido, também com amparo sempre exclusivamente nas sete premissas apresentadas, a Teoria demonstra que além dos elementos atômicos, a massa quântica universal é composta por uma substância ali denominada de plasma. Esse plasma apresentado no referido modelo passa por quatro estágios de composição, devidamente apresentados de modo contínuo e sem lacunas no modelo lógico da Teoria da Objetividade. No primeiro estágio, denominado de Plasma Primário, o que ocorre são filamentos que de modo integral compõem a massa total do universo. Ou seja, quando o universo surge e com ele se inicia a contagem do tempo existencial corrente, não existe matéria e a massa quântica total do universo é composta exclusivamente por estes filamentos de tamanhos únicos denominados de plasma primário. E esse plasma primário é logicamente composto pelas cinco primeiras premissas apresentadas no modelo.

O que devo evidenciar é que o modelo paradigmático da Teoria da Objetividade, que também denomino de A Terceira Via, é oposto ao que a Teoria do Big Bang propõe. Ou seja, nunca houve no universo a formação da tão propagada singularidade composta por elementos subatômicos altamente concentrados que explodem. Também, a Teoria da Objetividade se contrapõe à denominada Teoria Inflacionária, que é um complemento à Teoria do Big Bang, pois como é demonstrado logicamente com amparo exclusivo nas três primeiras premissas, antes do início da expansão não havia vazio, não havia vácuo. Não é possível haver o vácuo total antes ou após o surgimento do universo. Não é possível existir zero antes da unidade. Em verdade, o Nada é uma primeira forma geométrica eterna composta por uma essência lógica e matemática descrita por três premissas eternas. Quando se adicionam a essas três premissas eternas outras duas premissas seguintes, surge o que a Teoria da Objetividade denomina de Efeito Indutor. Esse Efeito Indutor fará com que surjam os filamentos primordiais denominados de Plasma Primário e que compõem inicialmente a massa quântica total do Universo. Este surgimento do espaço universal composto por plasma primário é apresentado em um modelo geométrico que corrobora de modo racional o que a Teoria da Objetividade apresenta, pois qualquer ser humano sensível despido de dogmas poderá compreender com amparo exclusivo na lógica disposta pelas cinco primeiras premissas que de fato o surgimento dos filamentos é uma decorrência que constrói um universo em forma de esfera perfeita.

No exato instante zero no qual o universo é logicamente composto por filamentos primários, nasce a sexta premissa, a Sexta Verdade Absoluta que fundamenta a Teoria da Objetividade. O Nascimento dessa sexta premissa promoverá também o surgimento do Efeito Indutor Redutor, pois dentro da esfera universal começarão de imediato, a cada Ciclo de Velocidade Lógica Existencial, a ser construídas unidades atômicas primordiais configuradas em átomos de hidrogênio, também denominados de Unidades de Memória. O modo como cada Unidade de Memória é formada também é apresentado com fundamento exclusivo nas sete premissas apresentadas em um modelo lógico geométrico racional, contínuo e sem lacunas. Juntamente com o surgimento dos primeiros átomos de hidrogênio inicia-se também o segundo estágio do plasma que compõe o universo. A este plasma eu denomino de Plasma Secundário, que é significativo de um magnetismo, como ali é descrito de modo lógico sem qualquer lacuna e com amparo exclusivo nas sete premissas. Fato relevante deve ser aqui destacado, pois até esta fase do desenvolvimento do universo ainda não existem campos elétricos, como a Teoria Inflacionária e a Teoria do Big Bang pressupõem existirem no início da formação do Universo. Alias, antes de o universo se completar enquanto unidade esférica, como afirmado, não existe movimento real ou deslocamento, assim como qualquer fenômeno descrito como temperatura, magnetismo, eletromagnetismo, eletricidade, luz e som. Somente após o surgimento do Universo Total é que esses fenômenos começam paulatinamente a se apresentar. Fenômenos elétricos não são verificados durante a formação do Plasma Secundário, mas somente fenômenos magnéticos. O fenômeno temperatura é verificado dentro do universo já a partir do primeiro ciclo de Velocidade Lógica Existencial, quando o tempo universal corrente inicia a sua contagem. E esse fenômeno temperatura é significativo de movimento no plasma que compõe a massa quântica do universo em cada estágio específico do seu desenvolvimento. Os fenômenos elétricos só nascem dentro do universo quando o terceiro estágio do plasma começa a ocorrer dentro da esfera existencial. Esse Plasma Terciário, como descrito na teoria paradigmática, é essência geométrica também resultante exclusivamente das premissas apresentadas e ganha a denominação lógica de carga elétrica porque possui configuração geométrica composta por campo magnético e porção lógica de filamento plasmático resultante da desfragmentação que os átomos de hidrogênio primordiais, e que formam o que ali é denominado de Massa Atômica Primitiva, começam a sofrer. Como está descrito na Teoria da Objetividade, essa Massa Atômica Primitiva começa a se desfragmentar a partir de um processo denominado de extrusão. E esse processo de extrusão, assim como todos os demais processos contidos dentro do modelo lógico e paradigmático, está descrito de modo contínuo e sem lacunas, amparado exclusivamente nas sete premissas apresentadas desde a Era Antagônica.

Cada um desses processos apresentados são corroborações contidas dentro do corpo da própria teoria, pois qualquer ser sensível inteligente despido de dogmas cientificistas, religiosos e filosóficos poderá concluir como verdadeiros a partir de constatações lógicas.

As corroborações dessa teoria não param por aí, pois os movimentos dessas correntes de Plasma Secundário e Terciário em interação com as unidades atômicas promovem fenômenos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos que encontram amparo em testes científicos de notório conhecimento público, pois são significativos também de movimentos temporários que estas forças exercem sobre os elétrons dos elementos atômicos, como ali está descrito com amparo nas sete premissas. Entendo que necessariamente deverá ser promovido um ajuste maior entre o que os modelos sobre eletricidade aduzem com o modelo paradigmático da Terceira Via. Vale ressaltar que o quarto estágio do plasma que forma a massa quântica do universo juntamente com as unidades atômicas é significativo do que ali se denomina de Plasma Alternado Total, que é um plasma composto alternadamente pelos dois plasmas anteriores, o magnético e o de carga. Este plasma alternado total só existe nas porções espectrais onde a centrifugação essencial ocorreu de modo intenso. Ou seja, o plasma primário magnético e o plasma terciário de carga ocorrerão nessas porções espectrais centrífugas de maneira alternada. Em porções espectrais do universo onde a centrifugação essencial ainda não foi verificada, estes dois plasmas ocorrerão de maneira autônoma e separada. Ou seja, nessas zonas não centrífugas ocorrerão grandes porções compostas exclusivamente por plasma magnético e também grandes porções quânticas compostas por plasma terciário. Além dessas duas espécies de massa quântica, secundárias e terciárias, existirá também em porções espectrais não centrífugas a ocorrência de grandes massas atômicas, compostas essencialmente por hidrogênio e hélio contidos em plasma magnético secundário. Essas porções espectrais significativas de quantum magnético e quantum atômico contidos em plasma magnético são mais corroborações que esta Teoria Paradigmática apresenta, pois observações científicas, assim como modelos científicos de conhecimento público e notório, afirmam que grande parte do universo é composta por uma energia escura e por uma massa escura. A Teoria da Objetividade demostra com amparo exclusivo nas premissas absolutas que as porções espectrais de plasma secundário não formam luz dentro ou fora de seu corpo e que por isso são vistas por um observador como porções escuras. Por outro lado, as massas atômicas compostas essencialmente de hidrogênio e hélio e que ainda estão contidas em massa plasmática exclusivamente secundária são também significativas de grandes extensões escuras, como de modo detalhado é explanado pela Teoria da Objetividade.

As corroborações dentro do corpo da Teoria da Objetividade se somam às dezenas, mas eu estou aqui apenas sintetizando algumas que considero essenciais. Nesse sentido, cabe informar que o modo como as Unidade de Memória (átomos de hidrogênio de uma única esfera) são formadas está descrito em um modelo lógico amparado nas sete premissas. Como está descrito na teoria paradigmática, a esfera representativa do átomo de hidrogênio é composta por oito tamanhos de filamentos diferentes.  Os filamentos maiores e que compõem a estrutura externa da esfera são iguais aos filamentos do Plasma Primário, reposicionados de modo a compor a Unidade de Memória. Por sua vez, os sete tipos de filamentos com tamanhos diferentes do primário e que se posicionam internamente à esfera, são resultantes da Ação do Efeito Indutor Redutor, que também ocorre por aplicação das seis primeiras premissas. Em que pese ser necessário um ajuste que permita uma sintonia fina entre o que a Teoria da Objetividade informa e o que os modelos científicos apresentam, entendo que esses testes de conhecimento público e notório também corroboram a Teoria da Objetividade, pois apresentam partículas subatômicas (filamentos), além de estruturas compatíveis com os campos magnéticos internos às esferas que compõem os prótons e nêutrons dos átomos. Nesse sentido, cabe ressaltar que esses filamentos que compõem a estrutura interna de um átomo estão contidos em um conjunto formado por três substâncias geométricas lógicas. E essas três substâncias lógicas são significativas também de três premissas que representam filamento unitário, campo magnético e linhas de fronteiras. A força que mantêm estes filamentos unidos no centro de cada próton e de cada neutro é oriunda da lógica construída desde o Tempus Antagonicus e possui exclusivamente como fundamento as premissas apresentadas.  O modelo discutido expõe também o modo como o átomo de hidrogênio primário de uma única esfera se forma, compondo, ao fim da denominada Era dos Trilhos Lógicos, a Massa Atômica Primitiva que forma integralmente o universo juntamente com o plasma secundário na Era subsequente. Não há espaço vazio dentro do universo.

Vale ressaltar que, com amparo exclusivo nas premissas apresentadas, a teoria paradigmática demonstra as partes essenciais dos átomos descrevendo de modo detalhado como eles são compostos e apresentando, inclusive, os níveis eletrônicos, além do modo como os elétrons se formam e se relacionam com as esferas atômicas. Em verdade estão aqui mais algumas corroborações da Teoria da Objetividade, pois existem testes e modelos teóricos de conhecimento público e notório, realizados pela ciência, que demonstram que os átomos possuem camadas eletrônicas e elétrons que circundam esses átomos através desses campos magnéticos. A teoria da Objetividade, com amparo exclusivo nas sete premissas, demonstra em um modelo lógico, contínuo e sem lacunas o que significam e como se formam estas camadas eletrônicas e estes elétrons que circundam os átomos em rotas essencialmente elípticas.

Entendo que os Quarks, Glúons e Bósons aduzidos pela ciência existem como partes anômalas dos filamentos/partículas, quando um átomo é desfragmentado. Contudo, entendo também que as tentativas científicas de desfragmentar um átomo ao máximo não podem lograr êxito e esses fragmentos encontrados significarão apenas arranjos de partes diversas. Nesse sentido, a Teoria da Objetividade possui um método próprio, denominado de Método da Desfragmentação, o qual com amparo nas sete premissas absolutas apresenta em um só modelo, sem remendos ou lacunas, todas as partes que compõem o átomo desde as suas formações primordiais.

Entretanto, as forças fracas e fortes as quais a ciência atribui a estas partículas em verdade são resultantes do chamado Efeito Indutor Expansivo e do Efeito Indutor Redutivo, representantes sintéticos das premissas apresentadas na Teoria da Objetividade. Em verdade, todas as partículas subatômicas aduzidas pela ciência encontram amparo nas premissas aduzidas pela teoria paradigmática, compondo arranjos ou subconjuntos oriundos das sete Verdades Absolutas, em representação geométrica. Vale destacar que quase todas as sete premissas aduzidas pela Teoria da Objetividade possuem uma representação geométrica, pois, como ali está descrito em verdade decorrente, não existe forma de conhecimento que não possua uma configuração geométrica. Apenas o Infinito ocorre sem forma geométrica e por este motivo mesmo é representante de uma condição matemática de existência significativa da não ocorrência geométrica total. Em verdade, o infinito compõe o que se chama de eternidade juntamente com outras duas verdades absolutas primeiras. Entretanto, mesmo após a formação do Universo Total e início da Era Existencial, o infinito continua ocorrendo, pois não é possível que o universo exista sem um limite geométrico. O universo, contrariando a modelos científicos estabelecidos, não se expande. A expansão que ocorre está fora do universo e não dentro dele. É evidente que tanto o afastamento quanto a aproximação de galáxias existem, pois os sistemas materiais formados pela centrifugação essencial possuem movimento constante dentro das dimensões universais. Entendo que o movimento de afastamento é o que mais se verificará para os espectros e, consequentemente para as galáxias contidas ao centro das dimensões do universo, onde essas formações ocorreram em maior quantidade a partir da Era denominada de Centrífuga. Este afastamento verificado das galáxias ocorre porque a Era Centrífuga é significativa da formação de espectros e galáxias compostos a partir do centro de cada uma das quatro dimensões espaciais. Ou seja, as galáxias se formam dento de cada dimensão a partir de seus centros e não de modo igual em todo o seu corpo. Dessa forma, ao que se constata e que também é uma corroboração da Teoria Paradigmática, as principais formações galácticas concentradas nos centros das dimensões espaciais começam um movimento de afastamento em direção às bordas da esfera universal, como já constatado em observações e testes científicos de conhecimento público e notório. Esse fato causa a falsa sensação ou o falso entendimento de que o universo está se expandido. Como dito, o universo logicamente não pode se expandir, pois a expansão que ocorre perpetuamente está fora de si, compondo um novo universo exponencialmente superior.

Não é possível a existência de universos paralelos ou qualquer um daqueles eventos aduzidos pela ciência como formas possíveis de o universo acabar ou sucumbir. Ou seja, não é possível que ocorra no universo uma ruptura, ou um Big Rip. Também não há possibilidades lógicas de o universo se findar a partir de uma contração, ou de um Big Crunch. Digo isto porque o modelo apresentado na Teoria da Objetividade demonstra de modo lógico, contínuo e sem lacunas que após a formação do Universo Pioneiro que se forma a partir da expansão do Nada, um novo universo exponencialmente maior de imediato começa a ser construído, também com amparo nas cinco primeiras premissas apresentadas. Não é possível existirem multiuniversos ou universos paralelos. Em verdade, dentro do universo vigorante formado existem sim múltiplos sistemas existenciais. O universo possui forma esférica e esta esfera está logicamente dividida em quatro dimensões exatas e simétricas. Dentro de cada uma dessas dimensões existem sistemas globais denominados de espectros. E cada espectro é composto por sistemas menores derivados significativos de galáxias e formações assemelhadas. Cada galáxia é composta por outros sistemas menores derivados, a exemplo dos Sistemas Existenciais de Instância Final, tais como o sistema solar. A apresentação de como estas dimensões do universo, estes espectros globais e estes sistemas derivados em galáxias e outras formações derivadas ocorrem é feita com amparo exclusivo nas sete premissas apresentadas.

Evidentemente que a Teoria da Objetividade demonstra e afirma que o universo atual necessariamente sucumbirá, mas não com amparo nas razões apresentadas pelos modelos científicos de conhecimento público. Em verdade, o Universo atual sucumbirá porque os átomos de hidrogênio que compõem a Massa Atômica primitiva foram construídos em um número finito e grande parte deles se desfragmenta e se transforma em plasma terciário a partir da Era denominada de Correntes Lógicas de Plasma Terciário. Além disso, os átomos na Teoria da Objetividade são elementos que absorvem conhecimento, que é disposto em forma de radiação. Quando a capacidade da maior parte dos átomos em absorver conhecimento estiver esgotada e simultaneamente a isso as reservas de hidrogênio e hélio estiverem próximas do final, o universo começará a sucumbir. Mas, essa morte do universo não significará o fim, pois um universo novo necessariamente já estará sendo formado exteriormente ao universo sucumbente. Ou seja, do mesmo modo que o ponto antagônico se fixa no centro do universo pioneiro, o segundo universo que surge após o que a Teoria da Objetividade denomina de segunda onda, estará também contido dentro do universo caçula, que surge exponencialmente superior geometricamente. Isto quer significar que um universo vigorante quando começa a morrer, esta morte significará também um novo renascimento, pois os universos são formados sucessivamente e o ultimo universo em formação sempre conterá dentro de si o universo anteriormente formado, posto ao seu centro. A morte de um universo significará, deste modo, um congelamento ou um Big Freeze, pois o esgotamento das reservas de hidrogênio e hélio significará também a falência dos sistemas existenciais e dos movimentos promovidos pelas unidades atômicas. Deste modo, todo universo morre como começou, completamente congelado. Todos esses fatos e demonstrações de como o universo começou e porque ele inicia a sua jornada em uma Era congelante estão devidamente explanados dentro da Teoria Paradigmática em um modelo retilíneo e sem lacunas, amparado exclusivamente nas sete Verdades Absolutas.

A Era das Correntes Lógicas de Plasma Terciário é o momento a partir do qual dentro do universo os espectros globais começam a se formar, ocorrendo as fusões de elementos atômicos, dentro também de estágios determinados. Entendo que a Era Centrífuga, que se inicia quando as Correntes Lógicas de Plasma Terciário começam a se encontrar nos centros das quatro dimensões universais, é também corroborada pelo que a ciência já comprova através da observação das galáxias, pois estas formações estelares apresentam, muitas delas, formas geométricas espirais e elípticas, que são compatíveis com as macros correntes alternadas de matéria atômica e plasma ocorridas a partir dos centros das dimensões universais. Até mesmo as galáxias irregulares são compatíveis com centros dimensionais onde as centrifugações de massa atômica e plasma ocorreram de modo mais intenso. Porções espectrais compostas por grandes massas de hélio e hidrogênio são compatíveis com zonas contidas dentro das dimensões espaciais que pouco sofreram com a centrifugação essencial. Em verdade, a maior parte das galáxias observadas possui essas formas compatíveis com o que a teoria paradigmática apresenta, mas não são compatíveis com um universo que tenha surgido a partir de um Big Bang.

Quero chamar à atenção para o fato de que a probabilidade de sete únicas premissas acontecerem dentro do universo e explicarem em um único modelo lógico, contínuo e sem lacunas uma gama tão ampla de fatos e fenômenos suplanta qualquer ordem matemática oriunda de uma aleatoriedade ou de um conjunto de coincidências, e adentra em verdade na casa daquilo que logicamente pode se denominar impossível. Desse modo, como essas premissas existem e estão de modo concreto e aferível compondo um modelo que ao ser traduzido para o mundo real é corroborado por uma série de fatos e eventos, a Teoria da Objetividade se torna uma verdadeira Teoria Universal.

Quero reiterar que as corroborações contidas dentro do corpo da Teoria Paradigmática Universal se somam às dezenas, mas eu estou aqui apresentando apenas alguns exemplos. Nesse sentido, essa teoria ainda apresenta um conjunto de elementos denominados de fenomênicos. Todos esses elementos fenomênicos apresentados possuem como fundamento apenas as sete premissas absolutas. Cada um desses fenômenos, ao que eu entendo, é uma corroboração da Teoria da Objetividade e todos eles já possuem testes científicos de público e notório conhecimento ou são fatos empíricos que podem ser constatados por todo e qualquer ser sensível humano. Os elementos fenomênicos apresentados pela Teoria Paradigmática são: Temperatura, Luz, Som, Magnetismo, Eletromagnetismo, Eletricidade, Buracos Negros, Reentrâncias Quânticas, Cores e Pensamento. Evidentemente que muitos ajustes entre modelos científicos e o modelo paradigmático podem e necessitam ser realizados. Mas, o que chamo atenção reiteradamente é que não poderia uma falácia composta por sete premissas se encaixarem tão perfeitamente para demonstrarem como fenômenos existentes no universo ocorrem.

A Terceira Via não se admite enquanto um modelo científico, pois explicitamente se apresenta como um modelo racional escrita por um pensador e não por um cientista stricto sensu. Justamente por este motivo a Teoria da Objetividade utiliza uma linguagem própria, conceituando eventos e evitando a utilização da linguagem padrão científica. Entretanto, este diferencial entre um modelo científico e um modelo filosófico ou racionalista só existe no mundo real enquanto uma espécie de reserva de poder e de domínio do conhecimento dentro das sociedades modernas. Quando uma teoria, hipótese ou modelo filosófico declaradamente não científico é apresentado e encontra no mundo real fatos e eventos que os comprovam, esse diferencial entre ciência e não ciência só poderá existir como uma espécie de tabu ou convicção dogmática a qual a Teoria da Objetividade narra como sendo cientificismo. Nestes casos, os defensores irrestritos do modelo científico dominante passam a enxergar qualquer outra forma de conhecimento, mesmo que factível e comprovado no mundo real, como heresias. Este é um primeiro fronte que os soldados defensores da Teoria da Objetividade necessariamente precisam superar.

Após a Teoria da Objetividade apresentar todos os elementos fenomênicos e todas as evidências corroborativas que podem ou já estão comprovadas cientificamente e também empiricamente por seres humanos racionais sensíveis, ela inicia a apresentação de uma série de constatações e conclusões lógicas que também encontram mais corroborações, quando analisadas sob o prisma da lógica racional. O que a Teoria Paradigmática diz é que todo homem despido de dogmas cientificistas, religiosos e filosóficos poderá, com amparo nas sete premissas apresentadas, realizar as conclusões que ali são postas. Neste ínterim, a teoria inicia a apresentação de um conjunto de outros fenômenos que também são constatados no mundo material, narrando o modo lógico de construção do que ali são denominados de Elementos Fenomênicos Políticos Sociais e Elementos Fenomênicos Espirituais. Não irei aqui apresentar estas constatações lógicas aduzidas na parte final da Teoria da Objetividade, mas quero dizer que ali também é encontrada uma série de constatações empíricas que de igual modo comprovam que as sete premissas universais, as sete Verdade Absolutas, não são uma falácia e necessariamente deverão movimentar o mundo cultural humano, de modo que uma discussão madura e honesta possa de fato revelar a verdade a todos.

Nesse sentido, a Teoria da Objetividade apresenta como constatação e conclusão do modelo lógico construído de modo contínuo e sem lacunas, que Deus existe. Esta constatação certamente fará com que os fronts de batalhas a serem enfrentados pelos guardians da Teoria Paradigmática sejam ainda mais intensos. Entretanto, entendo que a verdade prevalecerá, pois o homem é um ser lógico e consegue identificar as verdades matemáticas quando as analisa com isenção. Justamente por esse motivo é que a ciência e não outros movimentos culturais será a primeira a compreender e a amparar sistematicamente os termos postos na Teoria Paradigmática.

Para concluir esta breve apresentação, quero dizer que não chamo a Teoria da Objetividade de Paradigmática por um acaso. Essa teoria assim se apresenta, pois é a primeira imagem de um horizonte que se estenderá por longas gerações e que transformará para sempre a existência humana na terra e no universo. Digo isso porque ao compreender como todos os elementos fenomênicos ocorridos no mundo material se relacionam entre si, o homem passará a dominar com precisão as fontes de conhecimento existentes. E chamo de fontes de conhecimentos não somente o domínio e controle das radiações em si, mas também e principalmente o controle do plasma. Entendo sim que entender o funcionamento plasmático e poder utilizá-lo de modo perfeitamente controlado trará para o homem a independência e autonomia na utilização de uma fonte de energia que não se esgota e que não polui o meio ambiente. Para atiçar ainda mais as mentes dos necessários críticos à Teoria Paradigmática, quero dizer que esta teoria é a Pedra Fundamental já lançada para que o homem construa o seu primeiro veículo com autonomia energética eterna. Quero com isso dizer que o homem poderá construir naves espaciais, o seu disco voador, que poderão cruzar o universo de modo controlado e com a utilização do combustível que se encontra de modo ilimitado e perpétuo. Entendo, nesse sentido, que as correntes de plasma alternado existentes nas galáxias essencialmente centrífugas se configurarão como rotas estelares onde estes veículos espaciais humanos poderão efetuar suas cruzadas. O controle do plasma e o modo como ele se relaciona com as correntes de conhecimento (radiação) será fundamental para que a raça humana identifique e se comunique com outras espécies de seres inteligentes habitantes em poções espectrais distantes da terra. Nesse sentido, entendo que testes científicos de conhecimento público e notório, os quais aduzem sobre a existência da Radiação Cósmica de Fundo em Micro-Ondas, corroboram o que a Teoria da Objetividade apresenta em seu conteúdo, devendo apenas se fazer uma interpretação dessas medições científicas à luz do quanto previsto e demonstrado no modelo paradigmático. Está contido no corpo desta teoria o que ali se denomina de Luz Derivada Sistêmica Existencial, que em verdade é um conjunto de radiações contidas no Sistema Solar e mais especificamente no Sistema Biológico Terrestre, resultantes derivadas de outros tipos de radiações que existem no universo e nesses sistemas em específico, geradas e fornecidas pelas unidades atômicas. Estas Radiações existentes nos sistemas materiais quando estão contidas fora das unidades atômicas não utilizam o vácuo como rota, pois não existe vazio dentro do universo. O Vácuo aduzido pela ciência em verdade está necessariamente preenchido por plasma. Em sistemas centrífugos como o Sistema Solar, este plasma se apresentará em regra como plasma alternado, gerando correntes magnéticas, correntes de carga e correntes eletromagnéticas, quando deixam temporariamente de se manifestarem deste modo alternado.  Entendo que a ciência necessitará compreender e diferenciar plasma de radiação. Plasma, nos termos da Teoria da Objetividade, é uma unidade quântica que compõem a massa total do universo juntamente com as unidades atômicas. O plasma não se confunde com a radiação, mas em verdade serve como rota das diversas formas de radiações quando estas estão postas fora das unidades atômicas. Quando a radiação se posiciona exteriormente às unidades atômicas e se colocam de modo convergente com o plasma, forma-se a luz nas suas mais variadas formas e intensidades, como está demonstrado no modelo lógico, paradigmático, contínuo, sem lacunas e que possui como fundamento unicamente as sete premissas absolutas.

Não sou físico teórico, cosmólogo ou cientista ligado a qualquer tipo de Instituto de Pesquisa e por este motivo não posso discutir sobre os modelos teóricos acerca da existência dos neutrinos. Mas, do quanto compreendo acerca do que se apresentam de forma pública e notória, os neutrinos já detectados em testes realizados pela ciência tratam-se em verdade do plasma alternado total. Como dito, este plasma existe nas regiões quânticas que sofreram a centrifugação essencial e são responsáveis diretos pela geração de fenômenos magnéticos, elétricos e eletromagnéticos. Entendo que o plasma é em si o neutrino detectado pela ciência e de fato existe como a menor partícula quântica que compõe o universo, pois é resultante da desfragmentação atômica, como ali na teoria paradigmática é demonstrado. Entendo, inclusive, que a ciência caminhará na direção de realizar um ajuste fino entre a existência do plasma (neutrino) e as diversas observações sobre partículas subatômicas que existem, inclusive o fóton. Isto porque, em verdade, como demonstrado na Teoria da Objetividade, a luz é a interação convergente das variadas formas de radiação com o plasma, que também pode variar da formação alternada total para a formação intermediária (eletromagnética), ou ainda em correntes totalmente separadas, gerando campos magnéticos e campos com carga. Quando estas interações ocorrem em ambientes atômicos, passa a ocorrer o que a ciência denomina de eletricidade, pois aí haverá a ação dessas correntes com os elétrons dos elementos atômicos. O plasma é também a explicação lógica sobre a existência da gravidade e da sustentação dos corpos celestes no espaço, pois a massa plasmática existente é resultante da desfragmentação de unidades atômicas. Por este motivo, a Teoria da Objetividade apresenta o campo magnético dos seres celestes como sendo responsável pela força gravitacional de atração, vez que os campos magnéticos dos astros e também de toda forma atômica são os locais denominados de zonas de convergências, onde o plasma externo se converge a uma região que pertence ao ser atômico enquanto individualidade.

Quero concluir dizendo que as prováveis revoluções trazidas pela Teoria da Objetividade não se encerram no mundo material e energético, mas se estenderão principalmente no mundo espiritual, pois o espírito, como está descrito no modelo paradigmático, não é algo sobrenatural e sim manifestação das interações que o plasma e as radiações efetuam com os seres vivos biológicos terrestres. Ao entender que Deus existe e do modo que existe, cada homem modificará de forma revolucionária a sua maneira de ver e de se relacionar com outros homens e com as demais espécies biológicas. Como o Deus apresentado pela Teoria da Objetividade não é um ser único, mas sim colegiado e composto por um conjunto exponencial de diversas correntes alternadas e energéticas de plasma, átomos e radiação, os homens se comungarão neste intento de compreender e interagir com essas formas de energia reais.  Os computadores estarão no centro dessa revolução espiritual, pois eles já são instrumentos que conectam os homens às mais variadas formas de conhecimento. O homem espiritualizado da revolução trazida pela Terceira Via não estará distante da tecnologia, mas, ao contrário, utilizará a tecnologia como modo de efetuar as suas conexões quânticas.

As revoluções não se encerrarão por aí, pois estas modificações no homem espiritual trarão consequência nos modos de produção e de consumo dos bens materiais. O nível de consumo dos bens materiais se reduzirá nos centros capitalizados e as nações que hoje convivem com a pobreza começarão a consumir bens em níveis semelhantes às demais nações. Essa revolução terá também como base o fato fundamental de que a população terrestre já está próxima de alcançar o seu pico, tendendo posteriormente a caminhar para níveis substancialmente menores. Em um segundo momento não haverá mais pobreza no mundo. O consumo de bens materiais será uma opção e não conquista a ser realizada.

A Teoria da Objetividade pode também ser denominada de Teoria da Conciliação Universal, pois ela traz em seu bojo prováveis revoluções no modo como a teia cultural humana irá se relacionar a partir das suas diversas ramificações. Nesse sentido, por exemplo, a ciência e a religião não mais significarão valores incompatíveis entre si. Eu poderia aqui ainda enumerar uma série de revoluções que possivelmente ocorrerão a partir da compreensão humana sobre o quantum universal e todos os elementos fenomênicos espirituais e energéticos existentes. Entretanto, quero agora apenas conclamar a todos que leiam e compreendam a Teoria da Objetividade, pois de modo diferente ela não poderá cumprir no universo o seu papel.

COMENTÁRIO NÚMERO 007 – 22/03/2018

O físico e pesquisador britânico Stephen Hawking, pouco tempo antes do seu falecimento,  em resposta a uma pergunta do astrofísico norte-americano Neil Tyson, em um programa de televisão dos Estados Unidos, disse que o que havia antes do Big Bang era basicamente NADA. Hawking também afirmou que nenhuma lei da física se aplica até a ocorrência do Big Bang. Para ele, o Universo evoluiu de maneira independente ao que havia antes.

Respeitosamente, quero chamar atenção da comunidade científica internacional para dizer que, se antes do universo surgir ocorria uma não existência na qual as leis da física não podem ser aplicadas, então é inevitável a constatação do fato que apenas uma teoria com fundamentos em uma lógica essencial primitiva poderá ser utilizada para demonstrar como o universo foi formado a partir do Nada. E essa exclusiva teoria lógica capaz de demonstrar a origem do universo a partir do Nada, ao que eu quero propor, já foi apresentada ao mundo em www.teoriadaobjetividade.com.br

COMENTÁRIO NÚMERO 8: MECÂNICA QUÂNTICA

No gráfico que retrata a lógica matemática da Mecânica Quântica da Teoria da Objetividade, a Unidade de Memória internamente possui a cor lógica neutra branco, pois se um elemento existe, ele possui além de uma forma geométrica, uma cor lógica. O preto total e o branco são as duas cores lógicas neutras existentes e possuem as suas origens demonstradas nessa teoria. As partes lógicas da Unidade de Memória na figura estão destacadas em preto, azul, branco, verde e laranja apenas para efeito demonstrativo. Uma Unidade de Memória é construída a partir do Efeito Indutor Expansivo e do Efeito Indutor Redutivo, que são sínteses das verdades lógicas matemáticas apresentadas pela Teoria da Objetividade. O modo como uma Unidade de Memória é construída está apresentado no modelo lógico matemático da Teoria da Objetividade. 

A estrutura externa da Unidade de Memória está aumentada na figura para efeito demonstrativo, mas cada Unidade de Memória é uma esfera quase perfeita. A barra em azul representa a porção reta da esfera que pode tangenciar uma superfície plana quando em posição estática. Esta porção reta ou micro quadrado equivale a 1/64 parte proporcional ao perímetro lógico da esfera.

A esfera é composta de 4 faces, também denominadas de câmaras ou dimensões, simultaneamente simétricas e proporcionais. Cada câmara é subdividida em 7 campos. Todo o conteúdo geométrico da Unidade de Memória é construído a partir das Verdades Absoltas apresentadas no modelo lógico da Teoria da Objetividade. Se uma Unidade de Memória for parcialmente desfragmentada de modo que as partes ou subelementos que a compõem continuem inteiros, então seriam formados um total de 64 partículas subatômicas (filamentos), com 8 tamanhos distintos. Ou seja, desfragmentando-se um próton ou um nêutron são formadas 8 tipos de partículas subatômicas distintas, além dos elétrons que ocorrem nas camadas eletrônicas. Quando o elemento atômico é composto por duas ou mais esferas, então ocorre entre as esferas pontos de fusões com natureza de linha de fronteira, pois prótons e nêutrons não se tangenciam no centro de um átomo.

Cada um dos campos das Unidades de Memória gera e armazena dentro de si informações em forma de imagem captada externamente, também denominada na Teoria da Objetividade de elemento transcendente ou de conhecimento, que equivale à radiação da ciência humana. Os prótons acumulam o elemento transcendente, mas os nêutrons não acumulam. 

Não há carga elétrica dentro de uma Unidade de Memória, mas apenas radiação. Uma Unidade de Memória que forma um próton acumula dentro de si radiação. E uma Unidade de Memória que forma um nêutron não acumula dentro de si radiação, mas tem a passagem dentro de suas câmara e campos da radiação transitoriamente e em baixas frequências. Duas ou mais Unidades de Memória fundidas formam um elemento atômico denominado Unidade de Razão. Para cada próton haverá um respectivo nêutron, mas a quantidade de nêutrons poderá ser maior do que a de prótons nos elementos denominados isótopos pela Teoria da Objetividade. A Teoria da Objetividade demonstra em seu modelo a maneira lógica como as Unidades de Memória se fundem para formar novos elementos atômicos diferentes do hidrogênio de uma única esfera.

A radiação é denominada de elemento transcendente porque não compõe o quantum do espaço universal nem das unidades atômicas e subatômicas existentes. Ou seja, o elemento transcendente ocorre sempre convergente a outra substância lógica que componha o universo. Antes de o universo surgir existiam apenas 3 essências lógicas geométricas: 1) Filamentos Plasmáticos, derivados do ponto eterno primordial representante da Primeira Verdade Absoluta; 2) Campos Magnéticos, pertencentes e derivados também do ponto lógico eterno e representantes da Segunda Verdade Absoluta; 3) Linhas de Fronteiras, derivadas também do Ponto Primordial Eterno e representantes da Quarta Verdade Absoluta. Essas 3 substâncias geométricas e lógicas expandem-se em feixes a partir das faces do Ponto Primordial até formarem o espaço total do primeiro universo em forma também de esfera perfeita. Quando o universo surge não há matéria, mas apenas espaço composto por essas três substâncias lógicas e geométricas. A esse espaço primordial que ocorre no exato surgimento do universo, a Teoria da Objetividade denomina de Plasma Primário. Esse plasma primário ocorre como feixes alternados de filamentos plasmáticos. Cada um dos filamentos plasmáticos possui um campo magnético único e próprio que lhe da existência unitária. Entre dois filamentos plasmáticos sempre haverá uma linha de fronteira, pois não é possível que dois elementos existam distintamente e ocorram em uma mesma frequência sem que uma linha de fronteira exista entre eles como terceiro elemento. Esse conjunto de feixes de filamentos movimentam-se por ação do Efeito Indutor Expansivo e são transformados em Unidades de Memória (átomo de hidrogênio de uma única esfera) dentro dos campos de enquadramento da Memória Embrionária, por ação do Efeito Indutor Redutor. Essa Memória Embrionária representa as linhas planas que dividem o universo em quatro dimensões simétricas. O modelo apresenta o modo como essa construção ocorre com fundamento exclusivamente nas sete verdades absolutas apresentadas. Esse início da formação dos átomos de hidrogênio de uma única esfera até a sua completa conclusão é denominada de Era dos Trilhos Lógicos. Juntamente com os átomos de hidrogênio de uma única esfera (Unidades de Memória) é formado também o que a teoria denomina de Plasma Secundário, que é o plasma magnético com valor lógico igual a -1. Tudo que ocorre da expansão até a Era dos Trilhos Lógicos tem natureza matemática e objetiva, pois não existe ainda dentro do universo aleatoriedade e relatividades. Ao final da Era dos Trilhos, o universo é composto por dois elementos quânticos distintos: plasma secundário magnético e átomos de hidrogênio de uma única esfera. Esses átomos de hidrogênio que preenchem todo o espaço plasmático magnético a teoria denomina de Massa Atômica Primitiva. Após o fim da Era dos Trilhos Lógicos não haverá no universo mais formação de átomos de hidrogênio de uma única esfera. Ao fim dos trilhos lógicos esses átomos de uma única esfera ganham movimento e liberdade dentro do universo e isso representa o início da apresentação de dois fatores que até então não existiam: aleatoriedade dos movimentos e relatividade na absorção do conhecimento. A aleatoriedade ocorre porque os átomos não estarão mais presos aos trilhos lógicos e ganharão movimento próprio promovido pelo Efeito Indutor Expansivo. Esse movimento aleatório fará com que parte dessa massa atômica primitiva comesse a ser absorvida pela Memória Central Embrionária e dê início ao processo denominado na teoria de extrusão. Esse processo de extrusão faz com que átomos de hidrogênio se desfragmentem e se transforme no que a Teoria da Objetividade denomina de Plasma Terciário. Esse plasma terciário tem valor lógico de +1 e terá em sua composição as três essências lógicas do universo: Filamentos Plasmáticos, Campos Magnéticos e Linhas de Fronteiras. Esse processo de extrusão faz surgir uma nova Era dentro do Universo: A Era das Correntes Lógicas de Plasma Terciário. A desfragmentação dos átomos de hidrogênio de uma única esfera promove a formação de correntes de plasma terciário que de modo alternado é despejado no plasma secundário existente até então. Essas correntes nascem nas extremidades de cada uma das dimensões do espaço universal e se dirigem para os centros de cada uma das 4 dimensões. Durante essa era átomos de hidrogênio de uma única esfera se fundirão uns aos outros, formando mais átomos de hidrogênio dos tipos isótopos. Isótopos de hidrogênio e átomos de hidrogênio de uma única esfera se fundem formando novos elementos atômicos compostos no máximo por até 13 esferas, principalmente hélio e seus isótopos, lítio, berílio, boro e carbono. Quando essas correntes alternadas de plasma terciário começam a se encontrar nos centros das dimensões espaciais, a Era das Correntes Lógicas de Plasma Terciário chega ao seu final e se inicia a Era denominada de Centrífuga. Durante esta era a fusão dos elementos atômicos até então existentes ocorrerá de modo exponencialmente elevado, vez que as correntes alternadas de plasma e massa atômica primitiva começarão a se centrifugar nos centros das dimensões espaciais, dando início à formação de todos os elementos atômicos possíveis compostos por mais de 13 Unidades de Memória e gerando centros esféricos compostos de massa atômica centrífuga que se transformarão nas mais variadas e diversificadas formas de astros, galáxias e aglomerados atômicos diversificados. Os átomos formam dentro de si o elemento transcendente, que são as radiações, as imagens que as esferas atômicas geram dentro de si do ambiente externo. A radiação ocupa matematicamente um espaço que já é formado ou por plasma universal ou por elementos atômicos. Por este motivo a radiação poderá transitar livremente dentro do quantum espacial composto de plasma ou de matéria atômica. O nível de conhecimento absorvido pelas unidades atômicas é juntamente com as verdades matemáticas absolutas determinante no processo de fusão e também de desfragmentação dos átomos.

Cada esfera significativa de Unidade de Memória possui 7 tipos de campos em cada uma das 4 câmaras. Os campos de número 1 mais internos à Unidade de Memória acumulam a radiação mais comprimida ou de menor frequência. Os campos de número 7 mais externos acumulam a radiação menos comprimida ou de maior frequência.

As radiações não possuem cor. Internamente à uma Unidade de Memória a radiação se converge à cor branca interna desta unidade. Não há luz dentro de uma Unidade de Memória. Portanto, essa cor branca interna é uma cor lógica, denominada de cor intrínseca. Entretanto, quando as radiações alcançam o espaço externo a uma Unidade de Memória elas formam as cores do arco íris, também denominadas na teoria de cores primárias. As radiações emitidas do anel número 7 formarão a cor primária vermelho; as radiações emitidas do anel número 6 formarão a cor primária laranja; as radiações emitidas do anel número 5 formarão a cor primária amarelo; as radiações oriundas do anel número 4 formarão a cor primária verde; as radiações emitidas pelo anel número 3 formam a cor primária azul; as radiações oriundas do anel número 2 formam a cor primária índigo ou anil; e as radiações oriundas do anel número 1 formam em ambientes plasmáticos a cor primária violeta. Quando as radiações em suas variadas formas e intensidades se convergem ao plasma a luz será formada, também em formas e intensidades variadas. O fóton e outras partículas componentes da luz são apenas a apresentação da interação da radiação com o plasma. Entendo que o neutrino detectado pela ciência humana é em verdade o plasma apresentado pela convergência de alguma radiação. Os corpos celestes não emitem neutrinos. Se os neutrinos são o plasma em si, então esses neutrinos estão em todos os lugares do universo fora dos prótons e nêutrons. Portanto, o plasma só pode ser gerado quando há a total desfragmentação de um elemento atômico. Em verdade o plasma (neutrino) se mostrará e poderá ser detectado pelo observador na medida em que as radiações em sua mais variadas formas e intensidades estejam convergindo a ele. 

O Efeito Indutor é a síntese da Quarta Verdade Absoluta e da Quinta Verdade Absoluta e está representado em ambiente atômico por elétrons (pontos de fusão). Essas duas verdades absolutas em conjunto permitiram a expansão do ponto primordial e a criação do espaço universal. Na era existencial o Efeito Indutor é que permite o movimento, configurado no deslocamento de um elemento em relação a outro elemento. Apenas os elementos atômicos possuem movimento próprio. 

A Quarta Verdade Absoluta diz: “Dois elementos diferentes não podem existir no mesmo espectro espacial e em uma mesma frequência sem que uma linha de fronteira ou um terceiro elemento, que é espaço, exista entre eles”.    

A Quinta Verdade Absoluta diz: “Um elemento não pode existir em um espectro sem que tenha as suas faces integralmente observadas em um só instante por ao menos dois outros elementos”.

As 3 essências lógicas e geométricas que compõem o universo são as substâncias lógicas formadoras do espaço configuradas como plasma universal e como unidades atômicas esférica ou partículas subatômicas resultantes da desfragmentação parcial dessas esferas. Não é possível que as partículas desfragmentadas voltem a se unir para formar novamente unidades atômicas compostas de Unidades de Memórias. A interação das unidades atômicas com o plasma e com o elemento transcendente forma 7 conjuntos lógicos denominados na Teoria da Objetividade de elementos fenomênicos. Os principais elementos fenomênicos são: Luz, Som, Cores, Eletricidade, Magnetismo, Eletromagnetismo, Buraco Negro e Pensamento. Todos esses elementos fenomênicos ocorrem em exponencial variedade quantitativa e qualitativa, e são resultantes da interação convergente entre os três elementos existenciais básicos: plasma, átomos e radiação. A Teoria da Objetividade demonstra com fundamento exclusivo nas 7 verdades absolutas como esses elementos fenomênicos se formam e ocorrem logicamente. 

O Elétron e o ponto que separa um próton de um nêutron no centro de um átomo possuem natureza de linha de fronteira. A força que mantêm prótons e nêutrons unidos no centro de um átomo são determinadas por este ponto central e pelo elétron, que são sínteses das verdades lógicas geométricas apresentadas. O elétron se relaciona com outros elementos atômicos vizinhos, dado o Efeito Indutor. Quando um elemento atômico fica sem atender aos requisitos das Verdades lógicas, geométricas e matemáticas, esse elemento se desfragmenta completamente e se transforma em plasma terciário.

A força gravitacional é decorrência lógica da zona de convergência dos elementos atômicos. A zona de convergência é o campo magnético do elemento atômico que está convergindo com o plasma universal. Como todo astro é resultado da fusão e união de conjuntos de elementos atômicos, então todo astro também terá as suas zonas de convergências próprias, internas e externas, formadas pelo somatório das zonas de convergências dos átomos que compõem a sua massa. A zona de convergência externa é uma região de atração e repulsão do elemento em relação a outros elementos existenciais. A zona de convergência de um astro forma o que a ciência denomina de gravidade ou força gravitacional, e é uma constatação da Segunda Verdade Absoluta.                 

O plasma é o espaço em si. O Plasma Secundário foi formado conjuntamente ao átomo de hidrogênio de uma única esfera e o plasma terciário é resultante da desfragmentação de átomos de hidrogênio e também de outros elementos atômicos. A partir dos átomos de hidrogênio todos os demais elementos atômicos são compostos. Esses fatos lógicos explicam como os astros e demais formações atômicas se sustentam e transitam dentro do espaço universal, pois espaço e matéria são compostos pelas mesmas essências lógicas: Filamento Plasmático, Campos Magnéticos e Linhas de Fronteiras.       

As forças magnéticas, eletromagnéticas, a eletricidade e o som são apresentações lógicas do plasma em configurações diversificadas, promovidas pela movimentação dos elementos atômicos e das radiações. Se os retângulos que compõe o plasma alternado total estiverem alternadamente alinhados, o seu valor lógico será zero e não haverá elementos fenomênicos formados. Qualquer movimento ou desalinhamento desses retângulos gerará os fenômenos da natureza.      

N o t a: 

A Teoria da Objetividade não é uma teoria científica da Física ou da Mecânica Quântica modernas. A Teoria da Objetividade é uma teoria declaradamente filosófica fundamentada em comprovações geométricas, matemáticas, lógicas e racionais. A Teoria da Objetividade encontra uma série de corroborações em testes científicos de conhecimento público e notório, além de muitas outras corroborações empíricas no mundo material que podem ser detectadas pelo ser racional sensível, o homem. Apesar do seu denso conteúdo filosófico, o modelo proposto está apresentado de modo lógico, geométrico, matemático, racional, contínuo e sem lacunas.

As leis da física, a mecânica quântica e a cosmologia não podem ser apresentadas, compreendidas e unificadas sem as verdades lógicas, geométricas, matemáticas e racionais contidas originalmente na Teoria da Objetividade.

Os números de evidências, corroborações e comprovações existentes na Teoria da Objetividade são tão elevados que tornam essa teoria no mínimo intrigante e impõem aos gestores e promotores atuais do conhecimento humano moderno, inclusive o filosófico, o dever de não se negarem em apresentar as suas considerações de refutação ou de acolhimento da Teoria da Objetividade, sob pena de serem um dia cobrados pela história”.

Vidamor Cabannas